22 de set. de 2009

Banheiro Seco

O Banheiro Seco é uma alternativa ecológica ao banheiro comum (que utiliza água para levar os dejetos até centros de tratamento ou diretamente aos arroios e rios).

O banheiro seco não produz maus odores e não consome nada de água. É uma alternativa ecológica porque considera os ciclos naturais. O sistema de banheiro com descarga é um sistema altamente poluidor e gera grandes gastos com encanamentos, tratamento, além de problemas de saúde pública.

Ele parece um banheiro normal, mas as fezes não somem. As fezes ficam então secas e é preciso ainda jogar um pouco de serragem sobre elas. Existem vários modelos de banheiro seco e todos eles são completamente sem cheiro, quando bem feitos! As fezes podem ser coletadas num grande tonel abaixo da patente (bem vedado) e ao estar cheio, é trocado e o tonél passa por um período de tempo fechado (6 meses) e após isso, mais 6 meses em uma composteira, de onde sai adubo excelente para árvores frutíferas.

Outro modelo é o da rampa, onde as fezes vão rolando e se acumulam numa caixa inclinada, com orientação solar norte, e com uma chaminé por onde saem os gases produzidos na decomposição.

Fonte: IPEMA

12 de set. de 2009

Curso Avançado de Educação em Permacultura




De 09 a 12 de Outubro de 2009.


Curso prático, interativo e participativo destinado a permacultores, educadores, pessoas com intenções de auxiliar outras a aprenderem permacultura e professores (como educação ambiental) com interesse em trabalhar de uma maneira mais interativa e participativa.

PALESTRANTE:

SKYE - Instituto de Permacultura do Cerrado/Pantanal (IPCP), Campo Grande/MS Natural de Melbourne, Austrália. Ministrou Cursos de Permacultura na Austrália, México, Japão, Kênia, África do Sul, Cuba, Inglaterra, Alemanha e Argentina. Residente por 10 anos em Crystal Waters Permaculture Village, considerada uma das três melhores do mundo por ser o melhor centro de experiências em Permacultura e Ecovilas da Austrália. Co-autor do livro "Manual for Teaching Permaculture Creatively" (Manual para Ensinar Permacultura Criativamente).


Ministrou Curso Avançado em Facilitação de Ensinamentos para a Associação de Mestres de Permacultura nos Estados do leste dos Estados Unidos. Co-fundador da Instituição Earthcare Enterprises, especializada em organizar e ensinar cursos de Certificado de Design de Permacultura, onde foi focalizador por 6 anos em mais de 30 cursos. Co-fundador e sócio da Geelong Permaculture Design Collective, consultoria em permacultura. Foi Diretor de Educação no Instituto de Permacultura do México difundindo suas técnicas por diversos estados deste país.


INVESTIMENTO:

Estudante: R$ 360,00 ou 2 x R$ 195,00
Profissional: R$ 395,00 ou 2 x R$ 215,00
Informações:
cursonoipema@yahoo.com.br ou Telefone 12 3848 2682


7 de set. de 2009

Curso de Design em Permacultura

O curso é uma imersão prática nos conceitos e princípios do planejamento para uma cultura permanente. Envolve exposições teóricas e exercícios de aprofundamento prático. Os participantes executam a análise e o design de uma propriedade a partir de fundamentos apreendidos.

O programa inclui as 72 horas básicas determinadas no programa oficial da Permacultura, de acordo com o estabelecido por Bill Mollison em seu livro texto para a disciplina “Permaculture – A Designer’s Manual”.

De modo resumido os temas abordados serão os seguintes: Introdução (generalidades), Design (princípios), ética e padrões, solo e água como uma unidade, manejo das zonas (com vegetais e animais), florestas, construções (Zona 1) e a realização do Design por parte das equipes (pequenos grupos) de participantes.

Literatura recomendada

Em português:
“Introdução à permacultura” – Bill Mollison
“Permacultura um” - Bill Mollison
“Os Fundamentos da Permacultura” – David Holmgren

Em inglês:
“Permaculture – A designer’s manual” - Bill Mollison
“Permaculture two – ” Bill Mollison
“Fermente and human nutrition” - Bill Mollison
“Earth user’s guide to permaculture” – Rosemary Morrow
“Chicken tractor” – Andy Lee, Pat Foreman
“ The straw bale house” – Steen, Stee and Bainbridge
“ The solar home” – Mark Freemann

Local: Chácara Boa Vista. Curitiba - Pr
Data: 26/9/2009
Duração: 9 dia(s)
Carga Horária: 72 horas
Contato: kksprenger@gmail.com
Ministrante: Jorge Timmermann

Inscrição: Para o bom andamento do curso as vagas serão limitadas em 20.A inscrição deverá ser feita até dia 20/09/2009R$ 100,00 (cem reais) – depósito bancário e R$ 520,00 (quinhentos e vinte reais) pagos até o início do curso.

fonte: http://www.permear.org.br/

3 de set. de 2009

CONSTRUÇÕES ECOLÓGICAS

As casas ecológicas já vêem sendo construídas ao longo dos anos. Novas técnicas e reaproveitamento de diversos materiais erguem belas casas, resistentes, confortáveis, aconchegantes, adaptadas para captação de energia e água, além do preço bem inferior !!

Eu acredito que os novos modelos de habitações sustentáveis são o AGORA e o futuro. Se você não quer mais participar da construção civil, esta é uma boa opção.

Para termos bons resultados na construção de uma ECO-CASA, temos que fazer um projeto da mesma, levando em conta alguns aspectos importantes e onde todas as necessidades sejam atendidas.
  1. Onde vai ser construída?
  2. Qual é a posição de ventos fortes e chuvas?
  3. Qual é a posição do sol?
  4. Para que função vou destinar a obra?
  5. Qual é a minha verba para a construção?
  6. De que material irei construir?
Por enquanto, desfrutem das belas construções a seguir......


CASA DE PAU-A-PIQUE


ADOBE
















COB















 
PNEUS



SOLO CIMENTO














 
BAMBU


Fotos: IPEMA

31 de ago. de 2009

Casas de Saco de Areia



As idéias e as novas habitações sustentáveis vem surgindo a cada dia!!



Talvez você já tenha visto fotos de barreiras de contenção de enchentes e trincheiras militares formadas com sacos empilhados. Capazes de conter a água e proteger os soldados, os sacos de areia são bastante resistentes.


As casas de sacos de terra, feitas de sacos de polipropileno ou estopa cheios de terra e empilhados como tijolos, também são resistentes.


Neste tipo de construção, as casas são erguidas tendo como base uma estrutura de madeira, preenchidas com sacos de areia formando as paredes.


Quando empilhados, os sacos ou eco-vigas, conferem solidez e regulagem térmica para as habitações. Para montar a estrutura não é preciso muitas ferramentas ou conhecimento em construção civil e, segundo seus criadores, pode ser feita com pouco mais de R$ 6.000,00.


Com qualidade igual, senão superior às construções feitas de tijolo e cimento, as "eco-vigas" são mais baratas e ambientalemnte sustentáveis.



27 de ago. de 2009

Algodão orgânico

O algodão orgânico possui os mesmos atributos da fibra convencional, com a possibilidade de confecção de diferentes tecidos planos como o algodãozinho, nome genérico utilizado para denominar qualquer tipo de tecido cru, com fibras de algodão.

O algodãozinho orgânico é antialérgico no contato com a pele na medida em que não empregam em sua composição produtos químicos. A utilização de corantes naturais – e até mesmo a existência de algodões que já nascem coloridos – confere alternativas de cores aos algodões crus.

Disponível na cor cru.

Características Socioambientais
Trata-se de um produto orgânico porque, ao contrário dos métodos adotados em larga escala, o cultivo do algodão orgânico não agride o meio ambiente com insumos químicos e pesticidas, além de contribuir para a melhor qualidade de vida de seus produtores e usuários. Para ser considerado orgânico, não basta que o tecido seja feito de algodão cultivado desta forma: também é preciso que o processo de tecelagem dispense agentes químicos na forma de tinturas ou branqueadores, e que a graxa de parafina utilizadas nos teares dê lugar à cera de abelha.

Através de colheitas alternadas e métodos ancestrais, o algodão orgânico surge como solução para diminuir o impacto ambiental ocasionado pelo cultivo do algodão em sua maneira mais comum. Embora não ocupe mais do que 3% da área cultivada no planeta, a lavoura de algodão é responsável por 12% do consumo de defensivos. As lavouras de algodão orgânico empregam predadores naturais no combate de pragas. Os recursos naturais, como o lençol freático, são preservados assim como a biodiversidade já que a água, a fauna e a flora não são contaminadas por pesticidas.

Este tipo de cultivo evita o adoecimento de cerca de 250 mil agricultores ao ano que são contaminados pelo manuseio dos venenos utilizados para controle de pragas.
Para receber o certificado de algodão orgânico não basta o cultivo obedecer aos parâmetros descritos. O processo de tecelagem tem de recorrer exclusivamente aos corantes naturais e os teares têm de substituir o uso da graxa de parafina pela cera de abelha. Além disto, é exigido que os campos de cultivo estejam sem o uso de agrotóxicos há um ano no mínimo e que toda a cadeia de produção seja inspecionada por um órgão certificador.

A formação de cooperativas em torno do cultivo de algodão orgânico promove uma relação mais justa e equilibrada dos pequenos produtores com o mercado.

Fonte: http://www.e-fabrics.com.br/

Recicla Flores
Permacultura e Bioconstrução

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